Depois de algum... (muito tempo aliás) sem escrever estou de volta para partilhar com todos algumas idéias de atividades para o ensino fundamental.A minha ausência ocorreu pela frustação causada pelo sistema educacional que infelizmente consegue minar a minha boa vontade e dedicação para fazer a diferença. Mas... como a paixão pela arte de educar é superior a esses fatos, ainda acredito que continuar tentando é o melhor caminho.
FOLCLORE
Folclore é um gênero de cultura de origem popular, constituído pelos costumes e tradições populares transmitidos de geração em geração. Todos os povos possuem suas tradições, crendices e superstições, que se transmitem através de lendas, contos, provérbios, canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas e dialetos característicos, adivinhações, festas e outras atividades culturais que nasceram e se desenvolveram com o povo. O folclore brasileiro é muito rico e é comemorado no dia 22 de agosto.
Saci na copa 2014
Vocês já ouviram falar na campanha para que o SACI seja a mascote da Copa de 2014????
Eu fiquei sabendo só agora, veja o texto de Mouzar Benedito:
"Que tal começarmos já uma campanha para que a mascote seja o Saci?
Veja as vantagens:
Primeiro, não seria preciso pagar direitos autorais a ninguém. No máximo, o que poderia ser feito é um concurso para cartunistas para escolher o melhor desenho.
E por que o Saci?
- Ele é a síntese da formação do povo brasileiro:
É o mito brasileiro mais popular, o único conhecido no Brasil inteiro (Boitatá, Curupira e mesmo a Iara requerem explicações quando a gente fala deles, em alguns lugares. O Saci não).
É o típico brasileiro: mesmo pelado e deficiente físico, é brincalhão e gozador.
E tem mais:
- no início era um indiozinho protetor da floresta. Tinha duas pernas.
- depois foi adotado pelos negros e virou negro. A perda de uma perna tem várias histórias. Uma delas é que ele foi escravizado, ficou preso pela perna, com grilhões, e cortou a perna presa. Preferiu ser um perneta livre do que escravo com duas pernas. É um libertário, então.
- dos brancos, ganhou o gorrinho vermelho, presente em vários mitos europeus. O gorrinho vermelho era também usado pelos republicanos, durante a Revolução Francesa. Na Roma antiga, os escravos que se libertavam ganhavam um gorrinho vermelho chamado píleo.
Só não tem orientais nessa história porque eles chegaram mais tarde, já no século XX. Mas dizem que já foi visto um Saci de olhinhos puxados, no bairro da Liberdade, o Sashimi.
Você pode entrar no sítio da Sosaci que tem um monte de histórias de gente que viu o Saci, inclusive esse Sashimi (é a quarta ou quinta história).
Então, olha aí uma proposta, pedido, convocação ou sei lá o quê: entre nessa também. Se você topar, vai ser uma baita força. Ajude a divulgar esta idéia e, se tiver condições, escreva, fale com quem tem espaço na mídia para que declarem sua adesão nos jornais, revistas, rádio, TV, blogues etc.
Já pensou o Saci em camisetas no mundo inteiro? Ele provocaria muito interesse dos outros povos para a cultura popular brasileira. Coisa que esses símbolos bestas (como o dos Jogos Panamericanos) não fazem."
Veja também no Google (Saci na Copa 2014). Ali você encontrará opiniões pró e contra a proposta da SOSACI.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Carnaval
O samba foi uma das primeiras expressões da cultura afro- brasileira a ser admirada quando ocupou destaque na música popular brasileira. O costume de se mascarar no carnaval se acentuou no Brasil em meados do século XIX, Os baile de máscara surgiram na Renascença Italiana , no sec.XIV, influenciados pela popular Commedia Dell’Arte.Foram os personagens deste gênero teatral, como o Arlequim e a Colombina , que serviram de inspiração para as máscaras carnavalescas que conhecemos hoje.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A princesa negra... Tiana
Desde a mais tenra idade, sempre fui apaixonada por princesas, príncipes encantados e castelos (qual mulher não é?)... Porém nunca me identifiquei com nenhuma delas.Já esta em cartaz o mais recente filme da Disney , tendo como protagonista uma princesa que poderá representar a etnia negra.O filme rendeu ao estúdio algumas questões a serem resolvidas.
“Segundo um artigo escrito por Jim Hill, começaram a aparecer reclamações sobre uma série de fatores: o nome da personagem principal, “Maddy”, soava muito como “Mammy” (modo como as escravas eram tratadas no sul americano) e /ou “Addy” (que supostamente era um nome escravo); Maddy começa o filme trabalhando como a empregada de Charlotte, uma rica, branca e mimada debutante do sul, o que alguns acharam que apresentava resquícios de escravidão. Não bastasse, isso o título original do filme, The Frog Princess (A princesa sapo) também não caiu bem. Diante de tais fatos o departamento de publicidade do estúdio tratou de dar fim aos rumores de que o filme seria politicamente incorreto. O nome da heroína foi mudado de Maddy para Princesa Tiana e o nome do filme passou a ser A princesa e o sapo.
O que me surpreende é que mesmo com a mudança de nome, em português, Tiana ainda me faz lembrar escrava, ama de leite... Bom o jeito é conferir o longa e usar como ferramenta para trabalhar com os alunos.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
O ínicio
Hoje , começo a escrever neste blog sobre educação sem pretender ditar verdades ,mesmo porque cada um de nós constrói suas próprias verdades e as vezes achamos até que elas são absolutas.
Acredito na qualidade do ensino público e em suas instituições , bem como acredito que os gestores e todos aqueles que compõem os colegiados ,são responsáveis por essa qualidade que está sendo construída paulatinamente por todas as pessoas que vêem na educação o alicerce para romper o circulo vicioso da miséria e analfabetismo que subjuga nações.
Acredito que todos os profissionais da educação sempre querem o melhor para seus alunos , mesmo sendo orientados por diferentes métodos e teorias pedagógicas.
Mas acima de tudo, acredito no potencial que cada ser humano tem a desenvolver, e que eu enquanto mediadora dessa aprendizagem, possa permitir caminhos para que meus alunos construam suas próprias teorias sobre a escrita e desenvolvimento do raciocínio em toda sua plenitude.
Acredito que todos os profissionais da educação sempre querem o melhor para seus alunos , mesmo sendo orientados por diferentes métodos e teorias pedagógicas.
Mas acima de tudo, acredito no potencial que cada ser humano tem a desenvolver, e que eu enquanto mediadora dessa aprendizagem, possa permitir caminhos para que meus alunos construam suas próprias teorias sobre a escrita e desenvolvimento do raciocínio em toda sua plenitude.
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